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» Dados sobre a freguesia
 
Orago:
  Stª Eulália.
População:
  3223  habitantes
Actividades económicas:
  Agricultura, construção civil e indústria têxtil.
Feiras:
  Não tem.
Festas:
  Festa de S. Gonçalo (Domingo e 2ª Feira a seguir ao 7º Domingo depois da Páscoa).
Monumentos:
  Igreja paroquial.
Locais de interesse:
  Aqueduto (Monumento Nacional).
Colectividades:
  Associação de Amizade de Stª Eulália de Beiriz; União Desportiva de Beiriz.
Naturais Importantes:
  Comendador Manuel Francisco de Almeida Brandão; Professor Engº Ezequiel de Campos.
Descrição:
 
Entre as estradas nacionais para Barcelos e Famalicão, a nascente da Póvoa de Varzim e a ela contígua, situa-se a freguesia de Beiriz. Tem a sua origem numa unidade rústica medieval denominada "Villa Viarizi", conforme revela um documento de 1044.

Um censual do séc. XI relaciona a paróquia de "Sancta Eolalia de Viarizi" na terra de Faria. A partir do séc. XVI, a paróquia de Beiriz é classificada, a nível eclesiástico, como Abadia da Mitra e constitui uma das igrejas mais pretendidas na Diocese de Braga, não só pela riqueza da dizimaria como pela extensão dos passais. Não admira, pois, que os Abades antigos saíssem dos elementos do alto clero, oriundos das casas fidalgas de Braga. Umm dos últimos foi D. António Bernardo da Fonseca Moniz, mais tarde Bispo do Algarve e do Porto.

Até à reforma liberal, a freguesia pertenceu ao Concelho de Barcelos e à Comarca de Viana. Passou em 1836 para o Concelho de Vila do Conde e em 1853 para o da Póvoa de Varzim.

Beiriz exporta, desde longa data, grande número de braços para o estrangeiro; primeiro para o Brasil e mais tarde para a França. Merece destaque, pela influência e acção benemerente exercida no país, a família Almeida Brandão, cuja opulência, oriunda do Brasil, se testemunha ainda hoje nos volumosos e belos casarões e, na Quinta de Calves, sem paralelo no Concelho.

Aos emigrantes do Brasil se deve a construção, em 1872, da espaçosa Igreja paroquial de Beiriz. Nesta Igreja celebra-se anualmente na 2ª feira do Espírito Santo uma festa em honra de S. Gonçalo, devoção que vem da peste grande nos fins do séc. XVI e se mantém com grande pompa e ocorrência de povo.

Se exceptuarmos duas ou três quintas, onde se faz pecuária intensiva, a agricultura tem na freguesia pequena expressão. A população vive empregue na construção civil, na indústria e no negócio dos panos e roupas. Está em Beiriz um bom número de indústrias do Concelho.

Situa-se 4 km a nascente da Póvoa de Varzim.

Tem a sua origem numa unidade rústica medieval denominada de "Villa Viarizi", conforme revela um documento de 1044.

Até à reforma liberal, pertenceu ao concelho de Barcelos. Em 1836, passou para o de Vila do Conde e, só em 1853, para o da Póvoa de Varzim. Desde sempre, é conhecida pela saída dos seus naturais para trabalhar no estrangeiro. Aos emigrantes do Brasil se deve a construção, em 1872, da sua espaçosa igreja paroquial.

É nesta freguesia que são produzidos os famosos tapetes de Beiriz, manufacturados em teares de madeira, com lãs cortadas, trabalhadas nos pontos que os tornaram célebres: o ponto de Beiriz; o ponto estrela e o ponto zagal.

   
 
 
   
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