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» Dados sobre a freguesia
 
Orago:
  Stª Eulália.
População:
  2463  habitantes
Actividades económicas:
  Agricultura; Indústria têxtil.
Feiras:
  Não tem.
Festas:
  Festa do Senhor da Cruz Aparecida (de 2 em 2 anos, em Julho); Festa de São Sebastião (normalmente em Janeiro).
Monumentos:
  Igreja paroquial; Capela de Santa Cruz.
Locais de interesse:
  Igreja paroquial; Capela de Santa Cruz.
Colectividades:
  Grupo Desportivo de Balasar.
Naturais Importantes:
  Alexandrina Maria da Costa.
Descrição:
 
Situa-se no extremo nascente do concelho e está envolvida pelas freguesias de Arcos, Outeiro e Bagunte, do concelho de Vila do Conde; Fradelos, Vilarinho e Gondifelos, de Vila Nova de Famalicão; Macieira de Rates, de Barcelos; e S. Pedro de Rates, da Póvoa de Varzim.

É terra antiga de Faria e dentro de território que, hoje, pertence à freguesia de Balazar existiram várias entidades de carácter religioso. No séc. XI menciona-se «Santa Eolália de Lousadelo» lugar da freguesia onde estaria a primitiva Igreja; porém, a inquirição de 1220 regista já «Santa Eolália de Belsar» e a paróquia de São Salvador de Gresufe, também lugar da freguesia, extinta por anexação a Balazar em 7 de Maio de 1442.

O topónimo «Balazar» só se divulga a partir do séc. XVI. Neste século, com os dizimos da Igreja de Belsar, foi constituída uma Comenda da Ordem de Cristo.

No séc. XVIII, o comendador Fernando Xavier de Miranda Henriques é obrigado pela Mesa da Consciência a reconstruir a velha paroquial no sítio de Matinho. Este templo acabaria por ser demolido e substituído por outro, sítio no terreiro de Santa Cruz, lugar alto e solheiro, no ano de 1907. Muito belo é o cruzeiro paroquial, no lugar da Quinta, construído em 1955. É uma excelente obra de cantaria.

Até à reforma administrativa de 1836, a freguesia de Balasar pertenceu ao concelho de Barcelos, passando nessa época para a Póvoa de Varzim. Em 1853 foi incluído no concelho de Vila Nova de Famalicão mais, dois anos depois, regressou ao da Póvoa.

Próximo da Igreja está uma capelinha dedicada à Santra Cruz, de grande devoção entre os naturais e vizinhos, e que recorda o «aparecimento» de uma cruz, aí po 1832. A norte da Igreja, além do rio Este, assenta a única casa brasonada do concelho, outrora residência da familia Carneiro da Grã, com capela dedicada a Nossa Senhora da Lapa, construída em 1758 por Manuel Gomes Rodrigues do Louro Nobre, marido de D. Benta Carneiro de Grã, para nela serem sepultados. A esta benemérita senhora se deve a construção da primeira ponte sobre o rio Este.

A população de Balasar vive essencialmente da agricultura, mas situam-se na área da freguesia algumas indústrias de serração e a grande unidade de confecções «Algot». Dispersa-se essa população pelos seguintes lugares: Agrelos, Além, Bouça Velha, Calvário, Caminho Largo, Casal, Cruz, Escariz, Fontainhas, Gandra, Gestrins, Gresufe, Guardinhos, Lousadelo, Matinho, Monte Tapado, Outeiro, Quinta, Telo, Terra Ruim, Vela e Vila Pouca.

Balazar é a freguesia mais extensa, ocupa a extremidade Oriental do território do concelho e fica situada a 14 km da Póvoa de Varzim, no extremo nascente do concelho. A sua topografia é, por outro lado, das mais acidentadas deste concelho litoral, registando altitudes que oscilam entre os 40 (orla Noroeste) e os 140 metros (extremidade Oriental) e incluindo pelo meio diversos outeiros que ultrapassam a cota dos cem metros.

É o berço de Alexandrina Maria da Costa, falecida em 1955, com fama de santidade e conhecida em todo o país por “Santinha de Balazar. Todos os dias 13 de cada mês, acorrem ao seu túmulo, agora na Igreja paroquial, inúmeros visitantes das mais diversas regiões do País.

Por inícios do século XVIII, o Padre Carvalho da Costa fazia, na sua 'Corografia Portuguesa', interessantes alusões à aldeia de Casal, desta freguesia (...). São dele as seguintes palavras: 'Na aldeia do Casal está a fonte em que São Pedro de Rates estava de joelhos, bebendo, quando os tiranos vinham atrás dele, de Braga, para o matarem, e foi Deus servido de que o não vissem, estando patente à vista. Dizem que duas covinhas que tem são de seus santos joelhos. Vêm a esta fonte muitos enfermos de maleitas e, bebendo dela, voltam livres do achaque.'

   
 
 
   
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